História e desenvolvimento

ESESFMA Escola de Enfermagem nasceu a 19 de Março de 1950 e era então designada de Acção Social Ultramarina das Franciscanas Missionárias de Maria. As religiosas que concluíam o Curso recebiam o Diploma de Preparação Missionária e de Especialização de Enfermagem Tropical. Este curso funcionou até ao ano de 1969.

As Irmãs preparadas com a formação de Enfermagem Tropical, quando regressadas à Metrópole, não podiam exercer a profissão de Enfermagem. Assim, a Madre Sta. Adozinha e a Madre Emaus, prevendo esta situação, prepararam e requereram a autorização ao Governo, para iniciarem outros Cursos de Enfermagem:

  • 1952 – Inicia-se o Curso de Auxiliares de Enfermagem (funcionou até 1975);
  • 1953 – Inicia-se o Curso Geral de Enfermagem (terminou em 1991);
  • 1990 – Inicia-se o Curso Superior de Enfermagem que confere o grau de Bacharelato;
  • 1999 – Inicia-se o Curso de Licenciatura em Enfermagem que confere o grau de Licenciado.

Época de Mudança

A 23 de Dezembro de 1988, pelo Dec. Lei nº 480/88, o ensino de Enfermagem é integrado no sistema Educativo Nacional, e o curso passa a chamar-se Curso Superior de Enfermagem e as Escolas que o ministram, Escolas Superiores de Enfermagem. Naquela ocasião as Escolas do Estado foram imediatamente reconvertidas em Escolas Superiores de Enfermagem.

A nível da Província e do Instituto das Franciscanas Missionárias de Maria, parecia ser este o momento ideal para encerrar esta obra. Não tardou, recebermos ecos de várias Instituições de saúde e outras, a manifestarem o seu pesar em relação ao encerramento da Escola, considerando uma grande perda, pelo seu papel importante como presença de Igreja num campo tão carenciado como a saúde.

Para continuar com o Ensino da Enfermagem, era necessário que a Escola fosse reconhecida como Escola Superior de Enfermagem, o que efectivamente aconteceu a 4 de Março de 1991, pela portaria nº 185/91 dos Srs. Ministros da Saúde e da Educação.

“Se a obra é de Deus, ela há-de continuar” dizia Maria da Paixão, fundadora da Congregação das Franciscanas Missionárias de Maria. Surgiu então a hipótese da transferência da Escola para a União das Misericórdias Portuguesas, a qual se concretizou em 1997 (Dec. Lei nº 261/97), passando esta a ser a entidade instituidora.

No presente a Escola tem estatutos aprovados e publicados no Diário da República e o seu Plano de Estudos está igualmente reconhecido e aprovado (Aviso nº 12741/2019, de 8 de Agosto de 2019).

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